TRAÇAMOS O NOSSO PRÓPRIO DESTINO Postado por SONIA GOMES
por Bernardino Nilton Nascimento - bn.nascimento@uol.com.br
É comum
acreditarmos no mundo do fatalismo. Porém, todos os fatalistas colocam
fora de si mesmo a força e o poder que determina o seu destino, e é aí
que está a fraqueza e a insegurança desse sentimento. A base do
fatalismo é que sofremos os efeitos das causas que não colocamos em
atividade.
O fatalismo tira de nós o livre-arbítrio e, com isso,
tira toda a responsabilidade moral que cabe a cada um seguir seu
destino. O mais importante para ter uma vida regada de alegrias e
equilíbrio é valorizar a sua própria crença e acreditar em seu próprio
coração. Aquilo que falamos por realmente acreditar vai se manifestar em
nossa vida material.
Se aceitarmos uma doutrina ou uma teoria,
inconscientemente somos, em parte, seguidores dela. Mas devemos conhecer
bem os seus princípios para não sofrermos as consequências de abraçar
uma causa desconhecida. Se não acreditarmos em uma crença com o devido
respeito e a força da fé, seremos sempre instáveis e desequilibrados,
perdendo, com isso, a força das nossas palavras.
A lei do Carma,
da causa e efeito, é fatal para o nosso destino, pois ninguém esta imune
às consequências dos seus atos, nesta ou em outras vidas. Jesus falou
que não julguemos para não podermos ser julgados, pois tudo o que
plantamos certamente vai fazer parte da nossa colheita.
Para
algumas crenças, o ser humano entra na vida terrestre em um ambiente que
seu carma passado, pensamentos e atos, criaram. Ele pode ter um destino
bom ou cruel, a depender do seu merecimento. Com isso, podemos afirmar
que cada ser humano desenha o seu destino? Será que os pensamentos e
atos realizados no presente formam o futuro tanto da existência atual
como da seguinte?
Eu acredito que se temos o poder de criar o
nosso destino, também temos o poder de modificá-lo. Temos que aproveitar
a oportunidade que o livre arbítrio nos concede. Então, será possível
modificar o destino por ele estar sujeito a lei do Carma? Sim. E como
foi dito, o livre-arbítrio é que nos proporcionará a mudança, pondo em
atividade novas causas.
Sabendo que, possuindo o livre-arbítrio,
não devemos jugar quem é absolutamente livre. Temos a liberdade de
empregar, ou não, a força da fé. Temos a liberdade de agir de acordo com
a vontade Divina ou contra ela.
A nossa vontade não só é
limitada pela falta de conhecimento das leis Divinas, mas também
modificada constantemente pela vontade dos outros. Porém, se nos
habituamos a confiar plenamente nas leis de Deus, estaremos unidos a
seguir numa só crença, a do amor. Com o desejo de ver o próximo feliz,
estamos completamente isentos da influência de qualquer vontade estranha
que nos traz desequilíbrio.
Existem outras leis muito fortes e
que também podem modificar o nosso destino. As leis da graça e do perdão
nos aproxima do nosso irmão, pois nos fazem desejar só o que for de
melhor para eles. Com fé em Deus produziremos uma completa transformação
no nosso interior.
Então, para vencermos a lei do carma e nos
colocarmos sob a lei da graça e do perdão, é preciso perdoar,
verdadeiramente, a todos. É preciso que esqueçamos não só os erros dos
outros, mas também os nossos, por maiores que sejam.
A lei de que
colhemos o que semeamos não deixa de existir por nos colocarmos sob a
lei da graça. Apenas venceremos os seus efeitos externos por meio de uma
lei superior, a qual nos eleva acima das leis das causas materiais.
Todas as leis que nos modifica para melhor, aliadas ao conhecimento da
lei Divina, constitui a magia do amor.
À proporção que nos
convencemos da realidade destas leis espirituais e de suas aplicações em
nossas vidas, iremos colher o fruto de uma existência mais de acordo
com os princípios da harmonia, da verdade, da justiça e do amor. O nosso
progresso material correrá paralelamente ao nosso desenvolvimento
espiritual.
Não existe dívida na mente Divina. Tudo está
amortizado. Devemos nos colocar sempre sob a lei da graça e do perdão, e
não sob a lei do carma. Assim, o Universo sempre nos presenteará com o
que é realmente nosso por direito divino.
Não há perda de memória
para quem deseja a felicidade do próximo, mas devemos esquecer tudo que
nos fizeram mal. Diante da nossa força interior e da consciência das
leis Divinas, traçaremos o nosso destino de uma maneira que possamos
sempre modificá-lo para melhor.
BNN
por Bernardino Nilton Nascimento - bn.nascimento@uol.com.br -Não seja um investigador de defeitos e, sim, um descobridor de virtudes.
Lido 1112 vezes, 93 votos positivos e 3 votos negativos. E-mail:bn.nascimento@uol.com.br
Visite o Site do autorpor Bernardino Nilton Nascimento - bn.nascimento@uol.com.br -Não seja um investigador de defeitos e, sim, um descobridor de virtudes.
Lido 1112 vezes, 93 votos positivos e 3 votos negativos. E-mail:bn.nascimento@uol.com.br
Visite o Site do autor
Lido 1112 vezes, 93 votos positivos e 3 votos negativos. E-mail:bn.nascimento@uol.com.br
Visite o Site do autorpor Bernardino Nilton Nascimento - bn.nascimento@uol.com.br -Não seja um investigador de defeitos e, sim, um descobridor de virtudes.
Lido 1112 vezes, 93 votos positivos e 3 votos negativos. E-mail:bn.nascimento@uol.com.br
Visite o Site do autor
Comentários
Postar um comentário